Carrapato

Dedetização de Carrapatos no Rio de Janeiro

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Assim como as pulgas, o carrapato não é um problema só do animal, mas sim do ambiente. O carrapato, em todos os seus estágios de vida (desde larva até adulto), é muito resistente. Combater o carrapato é difícil. Você pode eliminá-lo do cão facilmente com banhos carrapaticidas, porém, o inimigo que você não vê, ou seja, os ovos e larvas estão no ambiente e nele sobrevivem durante meses. Muitos são os casos de proprietários que vivem combatendo o carrapato no cão, mas nunca conseguem exterminá-lo por completo.

Os carrapatos mais comuns no Brasil são:

 

Carrapato-de-boi (Boophilus microplus) que transmite ao gado a doença "Tristeza Bovina".

Carrapato-de-boi (Boophilus microplus) que transmite ao gado a doença “Tristeza Bovina”.

Carrapato-de-cavalo ou Carrapato Estrela (Amblyomma cajennense) é o que mais comumente parasita o homem. Também infesta mamíferos domésticos e silvestres e aves. Em sua forma adulta, ele é conhecido como carrapato estrela. Fica grande, do tamanho de um feijão verde, ou até maior. A sua forma larval, o micuim, está nos pastos no período de março a julho. Este tipo de micuim, que pode ficar até 24 meses sem se alimentar, esperando um hospedeiro, no homem causa terrível coceira e inflamação que pode durar mais de um mês.

Carrapato-de-galinha (Argas miniatus), que transmite aos galináceos a bouba, doença infecciosa semelhante à sífilis.

Carrapato-de-galinha (Argas miniatus), que transmite aos galináceos a bouba, doença infecciosa semelhante à sífilis.

Carrapato-vermelho-do-cão (Rhipicephalus sanguíneos), típico de cães e gatos. Os adultos preferem instalar-se na pele, entre o coxim plantar e as orelhas do cão. Sobem pelas cercas, muros, e espalham-se pelo canil, casa, etc. É de difícil controle.

Doenças transmitidas ao ser humano:

A encefalite humana pode ser transmitida inclusive por carrapatos, a partir de portadores do vírus, tais como toupeira, ratos e aves, ao serem sugados sangues contaminados.

A espécie Ixodes ricinus, assim como outras espécies do gênero Dermacentor, são os causadores de paralisia (paralisia por carrapatos) em várias espécies animais, sobretudo na ovelha e no homem, especialmente em crianças.

Transmitida pela fêmea, a doença e causada por uma toxina presente na saliva do carrapato, atingindo o sistema nervoso, como a região occipital próximo a coluna vertebral e centro respiratório, podendo provocar falta de coordenação motora no ato de andar, tombos e mesmo incapacidade de permanecer em pé, seguindo-se vômitos e até morte do doente.

Veja o ciclo do Carrapato:

 

Prevenção

Mas o que fazer para evitar que o cão pegue carrapatos?

Infelizmente, não há nenhum esquema de tratamento preventivo. Se o cão freqüenta áreas infestadas por carrapatos, ele certamente irá pegá-los. Regiões com vegetação em sítios ou fazendas são os lugares mais comuns. Porém, existem muitos casos de pessoas que tem problemas com carrapatos dentro de seus canis ou quintais e até em apartamentos. Às vezes, num passeio a uma praça ou parque, o cão pode se infestar.

Quem tem na vizinhança terrenos com mato, criação de animais como cavalos e gado, pode sofrer com os carrapatos, pois esses parasitas são capazes de escalar altos muros em busca de alimento. Se isso estiver ocorrendo, é preciso controlar a infestação também na parte externa.

Um combate eficaz ao carrapato inclui:

No animal:

Banhos carrapaticidas. Quando a infestação é grande, repetir os banhos a cada 15 dias.
Animais de pêlos longos devem ser tosados no verão, época em que o calor e umidade fazem com que a incidência de carrapatos aumente muito.
Produtos carrapaticidas de longa duração, em gotas para aplicação tópica (local) ou spray, podem ser aplicados, a critério do veterinário.

No ambiente:

Uso de carrapaticidas: aplicar nos canis, casinha dos cães, em plantas e canteiros, atentando para frestas nas paredes ou pisos e ralos. O forro da casa não deve ser esquecido. Se possível, fechar todas as frestas existentes nos canis ou paredes dos quintais, assim como no piso;

Danos ao hospedeiro:

Natureza espoliativa – Quando extrai grande quantidade de sangue, quer pela sua quantidade, como pelo nível de infestação.

Ação tóxica – Causada pela saliva dos carrapatos, que para sugarem sangue por assim dizer injetam sua própria saliva no ponto em que introduzem seu aparelho sugador, para impedir a coagulação do sangue de suas vítimas, e essa saliva muitas vezes pode causar ação não apenas irritante como também tóxica ou alérgica;

Ação patogênica – Referente quanto à possibilidade que existe de se encontrarem infectados por diversos agentes causadores de enfermidades, tais como vírus, riquetzias, etc. como consequência transmitirem ao picar diversas moléstias, como a febre maculosa entre tantas.

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